Há uma grande dependência no conhecer. Há grandes vozes que nos derrubam, com o intuito de magoar, das quais o ser humano procura derrubar. Não somos nós quem ditas os nossos medos, mas somos nós que ditamos se os queremos ou não ultrapassar. Nós nascemos e estamos destinados a fazer algo pelo mundo, bem ou mal, e há uma grande necessidade em nós de nos tornarmos atractivos. Esta atracção pode ter más interpretações. Ganhamos a confiança de alguém e mostramos essa confiança a esse alguém, mas no fundo estamos apenas a querer ser alguém desse alguém. Fazemos tudo pelo bem, somos pessoas boas e justas, mas somos os que mais sofremos nesse desconcerto. Ao desconcerto do mundo. É nele que nos conhecemos verdadeiramente.

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